AURA

- Etimologia: lat. aura,ae 'vento brando, brisa, o ar, sopro, hálito, brilho.
- Suposta manifestação de substância etérea que irradia de todos os seres vivos, somente perceptível por pessoas de sensibilidade especial.
- A AURA não é um corpo, é a manifestação energética de um determinado corpo.

DUPLO ETÉRICO

Definições: Duplo etérico, invólucro vibratório, energético, luminoso, vaporoso e provisório que coexiste estruturalmente e circunvolve o corpo humano, estreitamente ligado à exteriorização de energias, ao cordão de prata, e aos centros de força ou chacras; agente energético íntermediário entre o psicossoma e o corpo humano.


Sinonímia: aerossoma I; armadura energética; casca luminosa; contracorpo; cópia vital humana; corpo aitérico; corpo Bardo (tibetanos); corpo biocósmico; corpo bioplásmico; corpo de vitalidade; corpo diáfano; corpo efêmero; corpo energético; corpo etérico; corpo lepto-hílico; corpo leptomérico; corpo ódico; corpo prânico; corpo unificador; corpo vital (rosacrucianos); djan; duplo vital; grande fantasma; lastro do psicossoma; ponte corpo-humano-psicossoma; pranamayakosha; primeiro corpo de energia; reboque energético; reflexo do corpo físico; umbra; veículo de vitalidade; veículo do prana; veículo energético; veículo semifísico; véu do corpo humano; véu etéreo.

 

 

 

 

 

 

​Antiguidade: O duplo etérico, na condição de veículo energético, permanece sempre invisível à vista do homem comum. Foi conhecido como componente da individualidade (humana-espiritual) pelos antigos iniciados assírios, caldeus, chineses, egípcios, essênios e hindus.


Atualidade: Em nossos dias, o duplo etérico constitui ponto de estudo de ocultistas, rosacrucianos, teosofistas, iogues, etc. É ainda totalmente desconhecido pela Medicina convencional, sendo, no entanto, utilizado atualmente na prática para explicar os mecanismos de funcionamento da Homeopatia, da Acupuntura, do Do-in ou digitopressura, etc.


PARA-ANATOMIA DO DUPLO ETÉRICO:


Contextura: O duplo etérico ultrapassa as linhas plásticas externas do corpo humano mais ou menos em um centímetro, apresentando contextura densa nos seres humanos primitivos, e contextura sutil e delicada nos seres humanos espiritualmente mais evoluídos.


Características: Dentre as características do duplo etérico destacam-se: forma humanóide geralmente maior do que a do corpo humano; corpo de vitalidade; doppelgänger (Alemanha); figura energética do corpo humano; luminosidade; coloração às vezes preta e branca; natureza híbrida ou estrutura física-extrafísica; diferenças no encarnado e no recém-desencamado; parece mais ligado ao centro de força umbilical ou área do plexo solar; etc.


Não atua como veículo separado, não possui órgãos, não possui consciência, porque não porta nenhum para-órgão como o cérebro ou outros do corpo humano, ele é apenas um elo um canal mediador, unificador entre dois planos, também é o veículo no qual a energia pranica age.


Nadis: Na para-anatomia do duplo etérico devem ser considerados os chacras, a aura humana, e os milhares de nadis (acupuntura), ou pequenos canais de circulação energética, que formam uma trama no interior e na superfície do duplo etérico, e que transmitem a energia às células do corpo humano.

 

AURA / CORPO MENTAL

CORPO MENTAL

SINÔNIMOS:


Kama-Manas, Manas Inferior, Mental Inferior, Ser Mental.

DEFINIÇÃO:


Sede do Pensamento, do intelecto, do controle de si mesmo seres com o mental desenvolvido usam a razão e não a emoção. Seres comandados pelo pensamento, não sofrem influencias do meio ambiente.


Os corpos inferiores, pertencem ao plano concreto, onde a matéria se faz presente nos veículos no qual revestem o espírito e são chamados de corpos inferiores, justamente por serem inferiores eles precisam de um desenvolvimento. São corpos que podem, ser treinados e desenvolvidos para servirem como instrumento para a manifestação do Espírito.


O PLANO MENTAL:


Texto abaixo retirado do Livro: O HOMEM e os seus Corpos - Annie Besant
O mundo mental é o terceiro plano à nossa observação uma tríplice região, constando dos mundos físico, astral e mental - o nosso globo e duas esferas que o circundam - uma região que constitui o teatro da atividade humana durante as suas encarnações terrestres e onde o homem também reside durante os períodos que se interpõem entre a morte que encerra uma vida terrestre e o nascimento que dá início a outra vida.

Estas três esferas concêntricas formam a escola e o reino do homem; é aí que ele procede ao seu desenvolvimento; é aí que realiza a peregrinação do seu progresso; enquanto as portas da iniciação se não abrirem de par em par para lhe darem passagem, não poderá sair desses três mundos, pois para ele não há outro caminho.


O Devachân ou Devaloka, segundo o nome que lhe dão os teósofos, a terra dos deuses, a região feliz e bendita, como muitos lhe chamam nas tradições, acha-se incluída nesta terceira região que denominei mundo mental, não se identificando contudo com ela. O Devachân é cognominado de região feliz, devido à sua própria natureza e condição que de modo nenhum se coadunam com a tristeza ou com a dor. Constitui um Estado especialmente protegido, onde não é permitida a entrada ao mal positivo; é um lugar de repouso e de bem-aventurança onde o homem assimila serenamente os frutos da sua vida física.


É mister acrescentarmos umas palavras de explicação acerca do Plano Mental, a fim de se evitarem confusões. Neste mundo se acha igualmente subdividido em sete sub-planos, mas além disso oferece a particularidade de estas sete subdivisões se separarem em dois grupos distintos: um ternário e um quartenário. Os três sub-planos "superiores" são denominados em linguagem técnica "ARÛPA", ou seja, sem corpo, devido à sua extrema sutileza, ao passo que os quatro inferiores se chamam "RÛPA", ou seja, com corpo. O homem possui portanto dois veículos de consciência, nos quais é aplicável o termo "corpo mental". Aplicá-lo-emos, porém, exclusivamente ao veículo inferior, porque o superior é conhecido sob o nome de CORPO CAUSAL, mais adiante veremos as razões que determinaram esta designação. Os estudantes de teosofia devem familiarizar-se com a distinção entre o Manas Superior e o Manas Inferior; o corpo causal pertence ao Manas Superior, ou seja, o corpo permanente do Ego, ou do homem, que persiste duma vida para a outra. O corpo mental é o do Manas Inferior, que continua a existir depois da morte e passa para o Devachân, acabando, porém, por se desagregar quando a vida na zona "rûpa" do Devachân chega ao seu termo.

- O CORPO MENTAL:


Este veículo da consciência humana compõe-se dos quatro sub-planos inferiores do Devachân, aos quais pertence. Constitui o veículo especial da consciência nessa região do plano mental, mas a par disso também trabalha no corpo astral e através dele no físico, produzindo tudo o que chamamos manifestações da inteligência no estado normal de vigília. Quando se trata de um homem pouco evoluído, este corpo não pode, durante a vida terrestre, funcionar separadamente como um veículo da consciência no seu próprio plano, e quando este homem exerce as suas faculdades mentais, é necessário que estas se revistam de matéria astral e física, para que ele adquira a consciência da sua atividade. O corpo mental é o veículo do Ego, do Pensador para todo o seu trabalho de raciocínio; mas durante os primeiros tempos do Ego, a organização desse corpo ainda é bastante imperfeita, o seu aspecto é fraco e indistinto como o corpo astral de um homem pouco evoluído.


A matéria de que se compõe o corpo mental é extremamente tênue e sutil. Já vimos que a matéria astral é muito menos densa do que mesmo o próprio éter do plano físico. Agora é mister dilatarmos ainda mais a nossa idéia acerca da matéria, a fim de concebermos a existência de uma substância invisível tanto à visão astral como à física, demasiado sutil para ser distinguida mesmo pelos "sentidos internos" do homem. Esta matéria pertence ao quinto plano do universo, contando de cima para baixo, ou ao terceiro plano, contando de baixo para cima. Nesta matéria o Ego manifesta-se como inteligência, e no que se lhe segue mais abaixo (o astral), manifesta-se como sensação. O corpo mental apresenta uma particularidade ao mostrar a sua parte exterior na aura humana; à medida que o homem, na série das suas encarnações, se vai desenvolvendo progressivamente, o corpo mental cresce, aumenta em volume e em atividade. Constitui isto uma particularidade que até aqui se nos não tinha deparado.


Em cada encarnação é fabricado um corpo físico, que varia segundo a nacionalidade e o sexo; quanto às suas proporções, calculamos que tenham sido sempre mais ou menos idênticas desde os tempos remotos até aos nossos dias. O corpo astral, como observamos, desenvolve-se na sua organização, à medida que o homem progride. Mas o corpo mental, esse aumenta literalmente em volume com a evolução progressiva do homem.

Se observarmos uma pessoa muito pouco evoluída, notaremos que o seu corpo mental dificilmente se distingue; acha-se tão fracamente desenvolvido que só à custa dum esforço se consegue vê-lo. Se olharmos em seguida para um homem mais adiantado, que embora ainda não seja espiritual já tenha desenvolvido as faculdades mentais e educado a inteligência, veremos que o corpo mental desse homem se esforça por adquirir um desenvolvimento muito definitivo, e graças à sua organização, reconheceremos que se trata de um veículo da atividade humana. Constitui um objeto de contornos claros e nítidos, formado de material delicadíssimo, dotado de cores admiráveis, vibrando incessantemente com uma enorme atividade, cheio de vida e de vigor, sendo a verdadeira expressão da inteligência no mundo da inteligência.


A sua natureza, portanto, é uma essência sutil; as suas funções consistem em ser veículo imediato onde o Ego se manifesta como inteligência; quanto ao seu desenvolvimento, o corpo mental progride vida após vida, proporcionalmente ao desenvolvimento intelectual; e a sua organização também se vai tornando mais perfeita e definida, à medida que as qualidades e os atributos da inteligência se tornam mais conspícuos e distintos.

Não constitui, como o corpo astral, uma cópia exata do homem, quando trabalha de acordo com os corpos astral e físico. Pelo contrário, tem uma forma oval e penetra, é claro, nos corpos físico e astral, envolvendo-os na sua atmosfera resplandecente, que tende sempre a aumentar com o progressivo desenvolvimento intelectual.

É escusado dizer que esta forma ovóide vai-se tornando um objeto admirável de beleza, à medida que o homem desenvolve as faculdades superiores da inteligência; a visão astral não o atinge, só se dá a conhecer à visão mais elevada que pertence ao mundo mental.

Um homem vulgar que vive no mundo físico não vê nada do mundo astral, embora nele se ache imerso, até o dia em que despertam os seus sentidos astrais. Do mesmo modo, o homem que só tem os sentidos físicos e astrais em atividade não pode discernir o mundo mental, nem as formas compostas dessa matéria, a não ser que esses sentidos despertem nele.

 

ESTRUTURA FUNCIONAL DO DUPLO ETÉRICO

Aos  que permitem-se ver por meio da percepção extra-sensorial, com lucidez e estudar detalhadamente a de densidade, em física, expressa a relação entre a massa de um corpo e seu volume. Nos estados conhecidos e ponderados da matéria, existem diversos graus de densidade. Por analogia, deve-se admitir que também no estado etérico existam diversos graus de densidade.


Sobre esta base analógica, passaremos a descrever o que pudemos observar em relação ao corpo etérico humano (ou corpo eletromagnético). A fundamentação desse corpo está estabelecida por princípios correntes. A observação do mesmo é realizada por percepção extra-sensorial.

 

Observam-se quatro distintos graus de densidade em relação à energética humana (examinar a figura ao lado: A camada mais densa nº 1, que interpenetra e ultrapassa ligeiramente o organismo físico (Também é a Ponta do Cordão Astral que está ligado a nuca do corpo físico); a seguir, em ordem a camada 2, um pouco mais sutil, após camada Nº 3, um pouco mais sutil e de menor densidade, e que fica compreendida entre as duas anteriormente assinaladas. A camada 4 interpenetra o plano astral em sutiliza, embora seja um pouco mais densa (ponta do cordão astral que fica ligado a para-nuca do corpo astral) .
 

E importante destacar que mesmo a camada mais densa (Nº 1) do corpo etérico humano é mais sutil que o tipo de éter "ambiental” através do qual se propagam as radiações, a luz, o calor, etc. Significa que a energética etérica humana é sempre mais refinada que a energética etérica (ou substância etérica) utilizada nesses processos físicos.


Quanto ao aspecto morfológico dessas camadas, sua espessura, numa pessoa adulta de saúde normal, é de aproximadamente um centímetro cada uma. A camada mais densa, além de ultrapassar nessa medida o organismo, interpenetra-o totalmente, como já foi dito.


A distribuição dessa energética etérica é praticamente a mesma em todas as zonas do corpo, acompanhando a sua forma. Aparece assim uma espécie de "duplo", mas de natureza etérica.


Para o clarividente que estuda os etérico como Dora Van Gelder Kunz, uma das autoras do livro Os campos de Energia Humana, O CORPO ETÉRICO parece uma teia de linhas deforça finas e brilhantes numa pessoa saudável, se projetam formando um ângulo reto com a superfície da pele. Em cada órgão do corpo físico existe uma constante circulação deenergia etérica.


Possuem basicamente duas cores, cinza azulada pálido ou cinza violeta levemente luminoso e tremeluzente, como as ondas de calor sobre a terra em dias quentes. Numa pessoanormal se projeta de 5 a 7 centímetros além do corpo físico desaparecendo gradualmente no oceano circundante. Sua textura pode ser fina ou grosseira, variando de indivíduo paraindivíduo.


O que se nota, é que as primeiras camadas 1ª e 2ª estão relacionadas com a vitalidade do corpo físico. Qualquer pessoa pode treinar e ver até a segunda camada, numa paredebranca ou cinza ou uma cor pálida, pode-se perceber essa aura etérica, inclusive notar que atrás na NUCA existe uma concentração mais luminosa, que é a atividade  cerebralintelectual de uma pessoa, um aluno numa prova concentrado, a luminosidade é intensa porque ele está concentrado.

 

 

 

DUPLO ETÉRICO COMO ESCUDO DE PROTEÇÃO

Mais além existe uma teia sutil de textura extremamente delicada que se limita com o plano astral e esta atua como uma barreira natural entre o corpo etérico e astral além de proteger o indivíduo quanto à abertura prematura da COMUNICAÇÃO entre esse dois níveis (mundos).
(1)
c.w. Leadbeater descreve essa teia como uma trama apertada, composta por uma única camada de átomos etéricos que separam os chakras situados ao longo do corpo. Ela é na verdade um DISPOSITIVO de proteção, e quando é danificado pode trazer sérios transtornos de ordem mental e até física.


- O alcoolismo pode levar ao DELIRIUM TREMENS, o uso de drogas em excesso ou alucinógenos, podem romper essa proteção, temporariamente, ou definitivamente como emalguns casos de ESQUIZOFRENIA, que danifica definitivamente essa teia de proteção bem no chakra coronário, e causa visões que são distorcidas pelo onirismo, causada peladanificação de células neurônicas, influenciando a capacidade mental de raciocinar ordenadamente.


Existem remédios que diminuem o fluxo mental na região fechando temporariamente essa abertura, mas não curando. Por isso alguns pacientes ficam abobados, fora do contexto,mas sem as visões que os deixam ansiosos e fóbicos.


Num indivíduo saudável existe um relacionamento ordenado e fluxo ritmado entre todos os campos de energia.


Mas note que o medo e a depressão, tendem a reduzir o fluxo de energia, afetam órgãos como os rins, que deixam de funcionar normalmente pelo tempo de ação dessa falta defluxo no local. Mas o excesso de energia é tão prejudicial quanto à escassez.


Se o fluxo de energia for excessivo demais, ele tende a gastar-se depressa demais, resultando no esgotamento do reservatório de energia do corpo. A tensão exaure energias, queafeta o chakra cardíaco, pode levar a problemas cardíacos e insuficiência renal. Os problemas de nível emocional causam problemas tão complexos que é difícil determinar em qualórgão vital ele irá se manifestar.


Os chakras (centros de usinagem das energias mentais, astrais e etéricas), são capazes de transformar essas energias de nível para nível.


 

AS DIMENSÕES SUPERIORES DA CONSCIÊNCIA

O terceiro aspecto ou faceta do eu pessoal é o instrumento por meio do qual a mente se expressa; na literatura teosófica e esotérica ele é tradicionalmente chamado de corpo mental. Como já foi mencionado, do mesmo modo como o nível emocional ou astral possui uma freqüência mais elevada e um estado de materialidade mais sutil do que o etérico, o mental também tem uma contextura mais fina e se desloca com maior rapidez do que o astral. Contudo, é preciso não esquecermos que o campo mental interpenetra os campos astral e etérico em todos os seus pontos, e ainda que o corpo mental também se harmoniza em estrutura com esses veículos. A dimensão mental está em constante interação com outros aspectos da personalidade durante toda a vida, e sua energia permeia todas as experiências, inclusive quando não estamos envolvidos em atividades intelectuais ou até mesmo pensando de forma consciente.


A energia oriunda do inesgotável reservatório do campo mental universal que jorra sobre os chakras mentais circula através do sistema de chakras mentais de uma maneira bastante semelhante à dos níveis astral e etérico. Contudo, a mente é mais complexa do que as emoções; ela possui na verdade duas funções ou aspectos primários que tornam possíveis a sutileza, a originalidade e o poder conceptual da mente, ao mesmo tempo em que ela pode nos conduzir ao falso raciocínio e à auto-ilusão. Em virtude da sua natureza de múltiplas facetas, os hábitos e padrões da mente podem não apenas afetar o processo da doença de maneira adversa, como também representar uma poderosa força para a saúde, o crescimento e a mudança.


No nível das experiências cotidianas, a mente é o instrumento que integra e interpreta o fluxo de dados sensoriais que nos chegam de todos os lados. Todos esses dados são processados e avaliados pelo cérebro/mente e aplicados ao nosso comportamento. Esse aspecto da mente fornece o bom senso que todos empregamos nos assuntos da vida cotidiana, e que percebe os relacionamentos entre as coisas, pessoas e eventos que dão a esses fenômenos contexto e significado.


A mente conceptual ou abstrata percebe um significado de ordem mais elevada: as idéias que dão significado aos eventos; as unidades que sustentam as variáveis da vida; a estrutura, proporção, equilíbrio, harmonia, ordem e legitimidade da natureza; o relacionamento entre a vida humana e a Terra, bem como entre o indivíduo e a humanidade. Essa dimensão da mente é um atributo humano universal, embora talvez não tenha o mesmo grau de desenvolvimento em todos nós.


O corpo mental humano é um ovóide, enquanto o corpo astral, asemelha-se ao corpo físico, mas o Corpo Mental é consideravelmente maior e menos denso do que este último.Suas cores e sua qualidade indicam com eficácia os interesses e os poderes mentais do indivíduo sejam eles latentes ou ativos, pois às vezes as habilidades que nascem conosco não se desenvolvem completamente durante a vida. Tudo isso aparece no Corpo mental, do mesmo modo como a aura astral revela de maneira precisa a vida emocional.


Tendo em vista a estreita ligação entre os campos mental e emocional, a mente é afetada pela emoção, do mesmo modo como os sentimentos são condicionados pelo pensamento. Esta é uma característica universal, mas quando desequilibrada ou fora de controle, a condição pode tornar-se patológica. Entretanto, quando a mente não é tolhida por estresses emocionais, ela é um instrumento delicado e flexível para a integração e assimilação de todos os níveis da experiência pessoal: mental, emocional e física.


O cérebro físico, à semelhança de um supercomputador, registra, armazena e reconstitui o que a mente descobre ou cria. A concepção do relacionamento mente/cérebro que emerge da nossa pesquisa é bastante diferente daquela gerada pela maior parte das teorizações psicofisiológicas. Longe de as considerarmos produto da atividade cerebral, julgamos que tanto a depuração do significado quanto a interpretação da experiência derivam de um nível mais profundo do eu. Essa percepção interior é então desenvolvida racionalmente pela mente e liberada para outro tipo de conhecimento, enquanto o cérebro, que é o instrumento da mente ou parceiro físico, registra as informações. Em outras palavras, a mente depende do cérebro para se expressar de forma física, mas ao mesmo tempo também transcende o mecanismo cerebral conseguindo até certo ponto compensar seus defeitos.


O corpo mental se estende cerca de noventa centímetros além da periferia do corpo físico, interpenetrando tanto o corpo astral quanto o etérico. O indivíduo que percebe o "Eu" mais em função dos seus pensamentos do que dos seus sentimentos, possui em geral um corpo mental mais brilhante e vital do que a média das pessoas, e, ainda, uma textura mais fina. Quando essa pessoa usa a mente, a energia sai e entra mais rapidamente dos chakras mentais, e todo o corpo mental se torna mais ativo e luminoso.

 

A velocidade através da qual a energia entra e sai dos chakras, o brilho das cores, o ritmo e o grau de luminosidade dos diferentes chakras indicam a qualidade do corpo mental (grau evolutivo da pessoa) e as áreas de desenvolvimento especial.


Quando o relacionamento é harmonioso desde o nível mental até o etérico, passando pelo emocional, o fluxo de energia através dos chakras exibe um padrão rítmico e desobstruído. Lamentavelmente, muitos seres humanos estão sujeitos a tempestades mentais ou emocionais e estresses periódicos, os quais, por sua vez, afetam os corpos etérico e físico.


As energias no nível mental são emitidas numa velocidade mais rápida, além de serem mais voláteis do que as energias inferiores. Na verdade, quando a energia entra e sai vigorosamente, o campo 'em volta do indivíduo se ilumina, o que afeta seu ambiente em proporção direta à força do pensamento. Desse modo, as idéias carregadas com poder mental influenciam fortemente outras pessoas.


Esse fato pode ou não estar diretamente relacionado com a verdade das idéias em si: idéias nobres suportam a prova da História contribuindo para o crescimento da cultura humana, mas as idéias errôneas podem dominar grandes grupos de pessoas quando são projetadas com grande força e convicção, como no caso do nazismo na Alemanha.


O poder transformador do pensamento, quando reforçado pela convicção, é bastante conhecido. A conversão religiosa é um dos exemplos; porém, num nível inferior, a capacidade de romper hábitos há muito existentes, como o fumo, resulta do poder mental de alterar o comportamento. Já não acreditamos mais no ditado, "Penso, logo existo", mas percebemos que aquilo que pensamos nos afeta fortemente, seja como indivíduos, membros de organizações ou cidadãos de uma nação. Na verdade, o objetivo ou caráter nacional depende amplamente da opinião de um povo sobre si mesmo.

 

DE QUE MANEIRA ESSAS IDEIAS MUITO DIFUNDIDAS SÃO TRANSMITIDAS?

O efeito é parcialmente alcançado através da argumentação escrita e do discurso, mas principalmente através de um ponto de vista comum ou de uma concepção de mundo baseados numa forte imagem mental, a qual se tornou conhecida como forma-pensamento. A disseminação das idéias é alcançada através da habilidade da mente de construir uma imagem poderosa e bem definida dentro do corpo mental, e depois de dirigi-la na direção do objeto com clareza e intensidade. A capacidade de projetar claramente os pensamentos é um fator importante tanto na área do ensino quanto na vida política. Contudo, a habilidade de criar formas-pensamento poderosas também pode repercutir negativamente sobre nós, pois, se elas se tornam 'excessivamente rígidas, podem envolver-nos e aprisionar-nos no interior de um muro criado por nós mesmos, impedindo a entrada de novas idéias e de novas energias mentais. Tornamo-nos então radicais, ou fanáticos, rejeitando tudo que não corresponda à nossa interpretação da verdade.

 

AS FORMAS PENSAMENTO

O EFEITO DA VISUALIZAÇÃO

A habilidade de usarmos nossas mentes de forma construtiva para poder alcançar uma boa saúde e a auto transformação é literalmente assunto de centenas de livros atualmente oferecidos ao público. A maioria sugere métodos que podem ser empregados com um certo grau de sucesso, pois a mera convicção de que podemos operar a mudança e o crescimento pessoal já é bastante para dar início ao processo. Em virtude do interesse demonstrado por diversas técnicas que empregam não apenas a visualização como também diferentes formas de relaxamento e/ou de meditação, realizamos uma investigação exploratória das maneiras como os estudantes usam algumas dessas técnicas.


Descobrimos que determinados membros do grupo que estudamos não possuíam qualquer habilidade de perceber uma imagem mental. Quando fechavam os olhos, a única coisa que percebiam era um espaço vazio e a escuridão. A maior parte dos estudantes, com tudo, eram capazes de manter nos olhos da mente o objeto que lhes era solicitado visualizar, como o rosto de um amigo ou simplesmente uma figura geométrica colorida. Quando lhes perguntávamos como percebiam essa imagem mental, a maioria afirmava visualizar o objeto afastado de si, a uma distância de cerca de vinte centímetros à frente dos olhos, como se estivessem lendo um livro. Outros declaravam visualizar o objeto dentro da cabeça, normalmente nos lobos frontais do cérebro, embora alguns dissessem que o viam na parte posterior do cérebro, na região occipital. Houve também um grupo bem pequeno que disse que conseguia não apenas pensar no objeto como também percebê-lo como uma imagem cintilando diante de seus olhos sem uma localização específica.


Na maioria dos casos, a imagem mental formada permaneceu estática. Embora a manutenção dessa imagem possa ser um excelente exercício de concentração mental, exercerá pouca influência sobre os campos mental, astral e etérico a não ser que ela seja energizada e se tome dinâmica. Se, por exemplo, uma pessoa estiver emocionalmente perturbada e lhe pedirem que visualize um disco verde sobre a região do plexo solar para que se acalme, esse disco deverá ser percebido como uma luz verde penetrando no seu plexo solar harmonizando desse modo toda a região abdominal. Em outras palavras, para que a forma-pensamento seja eficaz, precisa manter sua dinâmica.


Numa outra experiência, pediram a DVK que observasse o efeito sobre o chakra laríngeo de VPN enquanto esta visualizava determinadas cores e formas geométricas. Nada foi dito a DVK a respeito dos símbolos que estavam sendo empregados, e ela devia apenas observar seus efeitos sobre o citado chakra, que estava levemente imperfeito.


VPN visualizou inicialmente uma figura azul-violeta em forma de diamante que media alguns centímetros e estava situada na frente do chakra laríngeo. DVK não informou qualquer efeito. O segundo símbolo visualizado foi um objeto dourado em forma de diamante. DVK informou que a imagem estava acelerando levemente o chakra laríngeo, mas que o efeito era mais visível no nível astral do que no etérico, onde o símbolo não parecia atingir o núcleo do centro. Quando um diamante azul-prateado foi visualizado, o chakra astral também foi afetado, mas não o etérico. A conclusão pareceu ser que quando a visualização nada mais é do que um exercício puramente mental, ela não dá a impressão de afetar os chakras. Por outro lado, estes reagem à visualização de um símbolo que tenha alguma importância ou um significado interior para quem está realizando o exercício, como foi comprovado pelo emprego eficaz da visualização em alguns pacientes.

 

Alguns clarividentes são capazes de ver as formas-pensamento dentro do corpo mental de um indivíduo. Uma conversa com a falecida Phoebe Payne Bendit, reconhecida como uma clarividente competente e experiente, ajudou bastante a esclarecer este assunto.


Ela contou o caso de um homem que a procurou afirmando estar possuído por diversos grandes músicos já falecidos, e que outros clarividentes haviam confirmado sua asseveração. Mas quando Phoebe Bendit o observou com cuidado, constatou que as figuras não eram em absoluto desses músicos há muito desaparecidos, e sim seus pensamentos ansiosos por serem satisfeitos que ele havia impregnado de seus desejos e esperanças. Ela avisou sua família que ele estava caminhando na direção de uma grave doença mental, o que, infelizmente, veio a ocorrer alguns meses depois, quando foi diagnosticada uma esquizofrenia paranóide e ele foi internado num hospital de doentes mentais.


Quando perguntaram à Sra. Bendit como ela distinguira a forma-pensamento do paciente de uma entidade astral verdadeira, ela respondeu: "Como se diferencia uma pessoa viva de uma estátua? Não é óbvio que uma está viva e a outra não? O mesmo critério se aplica ao plano astral e ao mental. Uma pessoa de verdade, mesmo já falecida, possui em tomo de si uma qualidade vital, movendo-se, mudando e reagindo ao que está ocorrendo. Uma forma-pensamento, ao contrário, não tem vida e é estática, e sua energia provém dos campos astral e mental do indivíduo que a alimenta."


A grande vantagem de sermos capazes de ver as formas-pensamento é que podemos ter consciência daquilo que estamos gerando, transformando-as em imagens mais construtivas. Mas mesmo quando não conseguimos vê-las através da clarividência, se percebemos que nossos pensamentos têm a capacidade de afetar diretamente outras pessoas e que os energizamos com nossas emoções, começamos a nutrir um certo grau de responsabilidade pelas nossas ações, e passamos até a reconhecer que os pensamentos são de fato um tipo de ação, na medida em que afetam o comportamento.

 

OS CHAKRAS MENTAIS

A PROJEÇÃO DO

CORPO MENTAL

Os chakras do corpo mental se harmonizam com os do nível astral e etérico, processando energia e atuando como meio de troca com o campo mental universal. Cada chakra mental também está estreitamente ligado à sua contraparte de maior freqüência no nível intuitivo (búdico). Eles formam em conjunto um sistema estreitamente integrado que poderia ser concebido como uma grade tridimensional, na qual as energias se deslocam lateralmente através de cada sistema de chakras e também verticalmente entre os diferentes níveis. A energia do nível mental se desloca mais rapidamente e numa freqüência mais elevada do que a do emocional, do mesmo modo como a do emocional é mais elevada do que a do etérico.


A energia do campo mental se reduz à medida que passa pelos chakras, podendo desse modo ter um efeito direto sobre o corpo físico se não for bloqueada no nível emocional, o que algumas vezes ocorre.


A freqüência da energia que flui para os chakras depende do desenvolvimento mental do indivíduo. Quando ocorre um distúrbio em um dos centros mentais, ele é transmitido para os níveis emocional e etérico, mas o mais comum é que o distúrbio aconteça no nível astral. Uma perturbação astral não apenas afeta o chakra etérico como também inibe a energia oriunda do nível mental. Todo o processo é bastante complexo.


Quando existe um relacionamento harmonioso entre os vários aspectos da personalidade, a energia flui rítmica e livremente de nível para nível. Lamentavelmente, esse equilíbrio é bastante raro, uma vez que as pessoas interrompem a harmonia de diversas maneiras: através do estresse, da ansiedade, da rigidez mental e das perturbações emocionais, e muitas outras. Quando essas condições persistem, o corpo físico acaba sendo afetado de forma desfavorável.


À semelhança dos chakras astrais, a velocidade com a qual a energia entra e sai dos vórtices; o brilho das cores, o ritmo e a luminosidade dos diferentes centros indicam à qualidade e o poder da mente, bem como as áreas de desenvolvimento ou habilidade especial.

 

O corpo mental é o veículo através do qual a consciência se manifesta no plano mental. Em relação à nossa concepção material, este corpo é algo bastante diferente, pois está sujeito à leis diversas das que estamos acostumados e sobre as quais pouco ou nada conhecemos. Considerando a partir de uma análise tridimensional, o corpo mental não é de modo algum um corpo, nem subjetiva nem objetivamente, já que ele não está submetido à ação do tempo, do espaço e da forma. É um conglomerado de energias sutis, apresentando-se como uma neblina ovalada de cor branca, dourada ou azul.


Assim como o psicossoma interpenetra o corpo físico durante a vigília física, o corpo mental interpenetra o psicossoma. Obviamente que a expressão "interpenetrar" não se aplica ao corpo mental e deve ser entendida entre aspas, pois cada um desses veículos de manifestação existe em dimensões diferentes.


Da mesma forma que o psicossoma é considerado como o corpo dos desejos e das emoções, o corpo mental é considerado o corpo do intelecto e do sentimento elevado. Seu desenvolvimento é contínuo e sua forma ovalada aumenta em cada reencarnação de acordo com o nível evolutivo da consciência. A energia que o forma é tão sutil que não é percebida diretamente do plano físico, sendo necessário ter os sentidos mentais e intuitivos bastante desenvolvidos para percebê-lo.


A comunicação entre dois corpos mentais dispensa códigos, pois ocorre de pensamento a pensamento, em seqüências telepáticas dinâmicas e extremamente rápidas.


Da mesma forma que o cordão de prata une o psicossoma ao corpo físico, o corpo mental é ligado ao psicossoma através de um conduto energético bastante sutil denominado "cordão de ouro".


A projeção mental ocorre quando o corpo mental se projeta para fora da paracabeça extrafísica do psicossoma diretamente para o plano mental.
Essa experiência transcendente pode se dar de duas maneiras:
1) O corpo mental se projeta em um só estágio, deixando o psicossoma no interior do corpo físico.


2) O corpo mental se projeta em dois estágios: no primeiro, se projeta junto com o psicossoma para fora do corpo físico; no segundo, se projeta para fora do psicossoma, deixando-o flutuando nas proximidades do corpo físico ou em alguma dimensão do plano astral.

 

CORPO ASTRAL

- Sinônimos:
Alguns nomes dados ao corpo astral: Kâma Rupa (em sânscrito: kama = desejo; rupa = corpo), também conhecido como corpo de desejos, corpo emocional ou corpo astral, designa na teosofia e em algumas correntes rosacrucianas, um dos princípios da constituição humana. Corpo da Alma, Perispírito (definição do Espiritismo, por Allan Kardec), corpo emocional, invólucro espiritual, Ka (egito), segundo corpo (parapsicologia), psicossoma (projeciologia e André Luiz), metassoma,modelo organizador biológico, modelador do corpo físico, fantasma (Sylvan Muldoon), Corpo Sutil, corpo invisível, corpo oculto, corpo luminoso, corpo flutuante, corpo gêmeo, cópia, corpo ígneo, corpo egóico, duplicata, corpo de energia, eu astral, segundo eu, corpo extrafísico, corpo sideral, corpo borboleta, corpo celestial, corpo brilhante, corpo da ressurreição, corpo espiritual (Paulo de Tarso), corpo extra, doppelgänger (alemanha), corpo fluídico (Leibnitz), Nephesh (cabala), Aerossoma II, paracorpo, corpo sutil, Ser Natural e tantos outros ...-

- Definição:
Sede da Emoção, dos desejos, seres comandados pelas emoções, são influenciadas por energias do meio onde vivem.
Veículo da consciência que atua no Plano Astral (plano espiritual extra-físico), o corpo astral foi construído, a partir da concepção, molécula por molécula sendo uma duplicata, perfeita nos mínimos detalhes.


- Para-Anatomia do Corpo Astral:
O Espírito tira o seu invólucro semimaterial do fluido universal de cada globo, razão por que não é idêntico em todos os mundos. Passando de um mundo a outro, o Espírito muda de envoltório, como mudais de roupa. Assim, quando os Espíritos que habitam mundos superiores vêm ao nosso meio, tomam um perispírito mais grosseiro.
Livro dos Espíritos - questão 94.

​O perispírito, formado por substâncias químicas que transcendem a série estequiogenética (elemento genético) conhecida até agora pela ciência terrena, é aparelhagem de matéria rarefeita, alterando-se, de acordo com o padrão vibratório do campo interno.


Organismo delicado, com extremo poder plástico, modifica-se sob o comando do pensamento. É necessário, porém, acentuar que o poder apenas existe onde prevaleçam a agilidade e a habilitação que só a experiência consegue conferir.


Nas mentes primitivas, ignorantes e ociosas, semelhante vestidura se caracteriza pela feição pastosa, verdadeira continuação do corpo físico, ainda animalizado ou enfermiço.


O progresso mental é o grande doador de renovação ao equipamento do espírito em qualquer plano de evolução.
O ROTEIRO - Emmanuel 1952

 

DIFERENÇAS ENTRE CORPO ASTRAL DE UM ENCARNADO

- VISIBILIDADE:
Aos olhos físicos, o corpo astral (psicossoma) é totalmente invisível; todavia, não o é para os Espíritos. No caso dos menos evoluídos, só percebem os seus pares, captando-lhes o aspecto geral. Já os Espíritos superiores, podem perscrutar a intimidade perispiritual de desencarnados de menor grau de elevação, bem como a dos encarnados, observando-lhes as desarmonias e as necessidades. Mostram-no bem, por exemplo, os trabalhos de esclarecimento espiritual, em que os Espíritos superiores responsáveis revelam, por meio dos dialogadores encarnados, a realidade do sofredor, conduzindo ao entendimento, auscultando seu corpo astral (psicossoma), e também as sessões de cura, em que os médicos espirituais detectam os sinais patológicos presentes no psicossoma do enfermo.


Finalmente, quanto à possibilidade de alguns médiuns videntes verem o corpo astral (psicossoma), muito raro são os que, em verdade, possuem as necessárias condições para distingui-lo, ainda que eventualmente, entre as projeções que formam a aura.

- TANGIBILlDADE:
Sendo o corpo astral (psicossoma) também matéria, com o devido apoio ectoplásmico poderá se tornar materialmente tangível, no todo ou em parte. Esse fenômeno também é chamado de teleplastia; nele o corpo astral (psicossoma) do desencarnado ou até mesmo do encarnado se envolve, por assim dizer, com as condições energéticas do ambiente e de algum médium capaz de emprestar recursos energéticos através do duplo etérico, fomentando matéria necessária para revestir o corpo astral (psicossoma) com a energia necessária para o aparecimento.


"Sob a influência de certos médiuns, tem-se visto aparecerem mãos com todas as propriedades de mãos vivas, que, como estas, denotam calor, podem ser apalpadas, oferecem a resistência de um corpo sólido, agarram os circunstantes e, de súbito, se dissipam, quais sombras" (Allan Kardec, em O Livro dos Médiuns, cap 1, II Parte, n. 57).


- SENSIBILIDADE GLOBAL:
Quando encarnado, o Espírito registra impressões exteriores por meio de vias especializadas, identificadas no corpo somático, e que compõem os órgãos dos sentidos; sem o corpo físico, sua capacidade de perceber se amplia extraordinariamente pois, livre das peias somáticas, a percepção do meio que o envolve já não depende dos canais nervosos materiais. O que acontece é uma espécie de registro global do corpo astral (psicossoma), ou seja, uma percepção que o Espírito realiza com todo o seu ser. Assim, vê, ouve e sente com o corpo espiritual inteiro; uma vez que as sedes dos sentidos não se encontram numa localização específica e limitada, que se observa no estado de encarnação, os sentidos e capacidades se ampliam.
Neste capítulo, ganham destaques os fenômenos chamados por nós de transposição de sentidos, que mostram a possibilidade de algumas pessoas mais sensíveis perceberem os estímulos por vias físicas totalmente impróprias para isso, explicando, assim, que a sensibilidade global do corpo astral (psicossoma) pode se exteriorizar mesmo estando o Espírito encarnado, ainda que em casos excepcionais.

- SENSIBILIDADE MAGNÉTICA:
Sendo o corpo astral (psicossoma) um campo de força a sustentar uma estrutura semi-material, apresenta-se impressionável pela ação magnética, sendo ele mesmo uma criação vibratória do Espírito.


Sabemos que somos criados pela mesma matéria, no seu sentido original; e essa matéria, que, em diferentes estados, dá origem a tudo, é energia pura. Sendo o corpo astral (psicossoma) também oriundo dessa matéria, que é o Fluido Cósmico Universal (FCU), o Espírito se torna suscetível às influências da .energia ambiental que o envolve (psicosfera), e é essa propriedade que lhe permite absorver, assimilar e também transmitir a energia espiritual que capta ou recebe. A exemplo disso, temos o precioso processo do passe: o Espírito, acumulando energias e estimulando a sensibilidade do médium, conjuga suas forças com a deste, psíquicas e vitais, para a transmissão dos recursos de cura.


- EXPANSIBILIDADE:
Já nos diz Kardec, em O Livro dos Espíritos, na questão 400, “ ... o  Espírito aspira incessantemente a libertação".


Entretanto, conforme suas condições o corpo astral (psicossoma) pode se expandir, inclusive aumentando o campo de percepção sensorial. É a expansibilidade do corpo astral (psicossoma) que faculta o processo de emancipação da alma. Expandindo-se, o corpo astral (psicossoma) pode chegar a um estado inicial de desprendimento, em que a percepção se torna acentuadamente mais aguda, podendo, a partir daí, se for o caso, evoluir para o desdobramento, envolvendo outra propriedade do corpo astral (psicossoma), que é a biocorporeidade.


A expansibilidade psicossomática, aliás, está na base dos principais processos mediúnicos; por exemplo, é a exteriorização do psicossoma que permite ao vidente a captação da realidade espiritual; e também, graças a essa propriedade, é que se torna possível o contato corpo astral (psicossoma) a corpo astral (psicossoma), que marca o fenômeno chamado de incorporação, seja psicofonia ou psicografia.


- BIOCORPOREIDADE:
Termo criado pelo grande codificador Kardec, relacionando-o ao fenômeno de desdobramento. Embora de certa forma seja uma expressão mais adiantada da expansibilidade, define-se particularmente como uma notável faculdade do corpo astral (psicossoma) que possibilita, em condições especiais, o seu desdobramento. Poderíamos dizer, com muita cautela, "fazer-se em dois", no mesmo lugar ou em lugares diferentes.


É um processo que ainda chegaremos a descobrir com mais claridade. Mas graças a essa propriedade o corpo astral (psicossoma) pode se apresentar biocorpóreo, ou seja, com um corpo igual ao físico da atualidade, fluídico, com maior ou menor densidade, mas suscetível de ser visto e até tocado, como acontece em muitos casos.


Fenômeno absolutamente natural, nos dizeres de Kardec: "...tal fenômeno, como todos os outros, se compreende na ordem dos fenômenos naturais, pois que decorre das propriedades do perispírito e de uma lei natural" (Obras Póstumas, pp. 56 e 57).


- UNICIDADE:

A estrutura psicossomática, como reflexo da alma que é, não é igual a outros corpo astral (psicossoma)s, como a rigor não existem almas idênticas.


Obviamente, no decorrer do processo evolutivo, diminuem as diferenças e cresce a harmonização entre as almas, sem que, entretanto, a individualidade deixe de ser preservada.


"A idéia do grande todo não implica, necessariamente, a fusão dos seres em um só. Um soldado que volta ao seu regimento entra em um todo coletivo, mas não deixa, por isso, de conservar sua individualidade. O mesmo se dá com as almas que entram no mundo dos Espíritos, que, para elas, é igualmente um todo coletivo: o todo universal" (Kardec, Allan. Iniciação Espírita. 13 Ed. Sobradinho, DF: Edicel, 1995, p 213. Trad. Caibar Schutel).


Nessa direção está registrado em O Livro dos Espíritos, nas questões 149 a 152, que a alma sempre conserva sua individualidade, a refletir em seu perispirito (corpo astral = psicossoma).


- MUTABILIDADE:
No decorrer do processo evolutivo, se o corpo astral (perispírito) não é suscetível de se modificar no que se refere à sua substância, ele o é com relação à sua estrutura íntima e sua forma. Sabemos que, por meio da ação plastizante, o Espírito pode mudar seu aspecto, por exemplo; porém, tal fenômeno envolve apenas modificação transitória e superficial, sustentada transitoriamente pela mente.


Desde as formas dos seres antigos, até o homem e o anjo, uma longa escala é percorrida. E quanto mais progride a alma, através das sucessivas transformações, mais apurado vai se tornando seu veículo espiritual e, conseqüentemente, mais delicada a sua forma.


Poder-se-ia   assentar que o desenvolvimento do corpo astral (psicossoma), através dos milênios incontáveis, passa, como formação rudimentar, pelo estágio vegetal, viaja pelo reino animal, como uma prato-estrutura psicossômica, chegando então à dimensão hominal como veículo elaborado, sensível e complexo, a refletir as próprias condições da alma que surge vitoriosa, tocada pelo Pensamento Divino.


O tempo, pois, constrói, com a evolução da alma neste e em outros mundos, a própria eterização do corpo astral (psicossoma).


O item 186 de O Livro dos Espíritos nos esclarece a respeito da condição do corpo astral (psicossoma) mais aperfeiçoado que chega a confundir-se com a própria alma, como segue:

"Haverá mundos onde o Espírito, deixando de  revestir corpos materiais, só tenha por envoltório o Perispírito? 

R:-  Há, e mesmo esse envoltório se torna tão etéreo que para vós é como se não existisse. Esse o estado dos Espíritos puros."


- CAPACIDADE REFLETORA:
O corpo espiritual, extensão da alma que é, reflete contínua e instantaneamente os estados mentais.


O corpo astral (psicossoma) é suscetível de refletir a glória ou viciação da mente. Por isso, a atividade mental nos marca o corpo astral (psicossoma), identificando nossa real posição evolutiva.


Todo pensamento encontra imediata ressonância na delicada tessitura perispiritual, produzindo dois tipos de efeitos:


1) gera na aura a sua imagem, conhecida hoje como forma-pensamento, variável de acordo com a carga emocional, inclusive sob o aspecto cromático, como demonstram técnicas e testemunhos incontestáveis;


2) dimensão física, influindo na fisiologia dos centros vitais, repercute nos sistemas nervoso, endócrino, sangüíneo e demais vias de sustentação do edifício celular, marcando-lhe o desempenho regular ou não, na economia vital.


- ODOR:
O corpo astral (psicossoma), a se refletir na aura, se caracteriza também por odor particular, facilmente perceptível pelos Espíritos.


A literatura mediúnica contém - em especial as obras de André Luiz - descrição de regiões infestadas de miasmas pestilentos, a exalarem odores tão fétidos que se tornam quase insuportáveis para os Espíritos mais sensíveis. Tais odores brotariam da podridão fluídica característica desses ambientes e, ao que se sabe, dos próprios corpos astrais (psicossomas) de seus habitantes.


Todas as criaturas vivem cercadas pelo seu próprio halo vital das energias que lhes vibram no íntimo do ser. Esse halo é constituído por partículas de força a se irradiarem por todos os lados e direções, de si para o ambiente, impressionando-nos o olfato de modo agradável ou desagradável, segundo a natureza do indivíduo que as irradia; cada criatura se caracteriza pela vibração, exalação que lhe é peculiar, aqui e em todos os mundos.


Em alguns trabalhos no campo do labor mediúnico e da fluido terapia, médiuns chegam a captar odores agradáveis ou não, indicativos, inclusive, da evolução dos Espíritos presentes. Odores esses que não se confundem com aqueles oriundos da manipulação ectoplásmica, e que chegam a impressionar uma assistência por inteiro, característica essa que nós mesmos já experimentamos na presença do dr. Bezerra de Menezes, em momentos de suas comunicações.


 


 

 

O psicossoma do encarnado, trás atrelado o duplo etérico, que trás consigo toda a estrutura dos chakras, cordão astral, perietérico, o que torna o perispirito mais denso, não permitindo ao homem comum num desdobramento, não ir a viagens astrais em dimensões superiores e muito além da crosta terrestre. (Ver soltura do Duplo Etérico).


Clarividentes experimentados, conseguem perceber a diferença de um encarnado projetado fora do corpo de um desencarnado, através de sua visão paranormal. Alegam que o encarnado possui uma leve nuvem em volta e sua transparência varia muito de pessoa para pessoa. Embora morfologicamente o corpo astral de um encarnado seja igual, eles possuem densidades diferentes, porque o corpo astral do encarnado possui em sí mais materialidade, no caso densidade etérica.


- CARACTERÍSTICAS:
Espiritismo & Ciencia Especial- nº 10 - Perispírito
Autor: Aluney Elferr
obs: O nome Perispirito foi trocado propositalmente por Corpo Astral (Psicossoma)


- PESO:
Segundo Waldo Vieira o peso básico de um corpo astral (Psicossoma) encarnado  é: um milésimo do peso do seu corpo humano.


- DENSIDADE:
Como dissemos no Início, o corpo astral (psicossoma) é formado também por fluidos; ainda que não sejam totalmente eterizados, também não são totalmente materiais.


A densidade do corpo astral (psicossoma) varia também de indivíduo para indivíduo; em Espíritos moralmente adiantados, é mais sutil e se aproxima da dos Espíritos elevados; nos espíritos inferiores, ao contrário, se aproxima da matéria, e é o que faz os Espíritos inferiores de baixa condição conservarem por muito tempo as ilusões da vida terrestre. A densidade psicossômica varia de acordo com a evolução do Espírito, ditando, então, seu peso e também sua luminosidade, pois quanto menor a densidade do corpo astral (psicossoma), menor seu peso e maior a luminosidade.


- PLASTICIDADE:
O perispírito se molda de acordo com o pensamento, no caso do encarnado com a memória molecular do corpo físico. Neste caso sendo uma cópia autentica do corpo físico. Porém nos espíritos livres dos laços fisiológicos, nota-se que este passa a ser controlado pela emoção, quer consciente ou inconsciente, no caso de alguns espíritos se apresentarem rejuvenescidos, após desencarnarem.


Contudo a possibilidade de alterar a indumentária psicossomática é limitada ao padrão evolutivo, intrínseco de cada alma. Por assim dizer depende de sua organização interna, emocional, porque muitas vezes espíritos desequilibrados mergulham que causam grandes transformações em seus psicossoma, chegando a casos de MONODEISMO, (idéia fixa), o que causa um processo involutivo, chegando a gravidade da ovoidização.


Casos de Zoantropia, que é a capacidade da ideoplastização do corpo astral, em transformar-se em animais, ou formas animalescas.


Muitos espiritos, moldam-se de acordo com o meio ambiente em que vivem, como auto-defesa, em figuras horripilantes, outros, o são até por produzirem emoções pesadas, de ódio, vingança, rancor, idéias destrutivas.


- PONDERABILlDADE:
Sob os aspectos físicos, a matéria sutil - o corpo espiritual - em si, não apresentaria um peso possível de ser detectado por meio de qualquer instrumentação até agora conhecida.


Não obstante, na dimensão espiritual, cada organização psicossomática tem seu peso específico, que varia de acordo com sua densidade, ditada sobretudo pelo estado de moralidade do Espírito. Nossa posição determina o peso específico do nosso envoltório espiritual e, conseqüentemente, o habitat que lhe compete. Significa que, embora possa parecer fisicamente imponderável - porque não é matéria densa - não deixa de apresentar certo peso. Este é variável em cada região ou esfera, uma vez que, sendo matéria (ainda que tênue), se submete aos princípios gravitacionais que  imperam no  meio em que se situa e do qual se nutre.


- LUMINOSIDADE:
Assim como muitas outras características, a luminosidade também desponta como característica particular de cada Espírito e seus condicionamentos morais evolutivos.  


A intensidade a luz está na razão da pureza do Espírito: as menores imperfeições morais atenuam e enfraquecem a condição de luminosidade do Espírito.


Sabemos que quanto mais o Espírito evolui, naturalmente mais etérea e pura se torna sua condição vibracional energética. Uma vez que a energia, em diversos níveis vibracionais ou velocidade de movimento, produz luminosidade  - dependendo da frequencia em que se encontram operando

- Quanto mais evoluída uma entidade, maior será sua frequencia vibracional e por conseguinte, maior será sua luminosidade, consequentemente, uma entidade com pouca evolução, terá uma menor frequencia vibracional e uma menor luminosidade.


A luz irradiada por um Espírito será tanto mais viva quanto maior o seu adiantamento. Assim sendo, de alguma forma o Espírito é o seu próprio farol luminescente; verá proporcionalmente à intensidade da luz que produz, do que resulta que os Espíritos que não a produzem em grande capacidade se acham na obscuridade.


Note-se que a luz espiritual nada tem com a luz conhecida em física, a radiação eletromagnética. A luz emitida por fontes como lâmpadas fluorescentes ou de mercúrio, por exemplo, diante de uma presença espiritual, chega a parecer a mera claridade emitida por uma vela.

- PENETRABILlDADE:
Caso o Espírito apresente as necessárias condições mentais, a natureza etérea do corpo astral (psicossoma) permite que o Espírito atravesse qualquer barreira física, pois matéria alguma lhe opõe obstáculo; ele atravessa a todos, assim como a luz atravessa os corpos transparentes.


Todavia, verifiquemos que existem Espíritos que não conseguem atravessar alguns obstáculos, pelo simples motivo de não saberem que podem fazê-lo. A ignorância, ou até mesmo a incerteza, diminuem suas aptidões, potenciais e, conseqüentemente, seu poder de ação nas mais diversas áreas. Gabriel Delanne escreveu que "[ ... ] Todos os corpos são porosos; não se tocando, suas moléculas podem dar passagem a um corpo estranho. Os acadêmicos de Florença tinham demonstrado este ponto fazendo violenta pressão sobre a água encerrada em uma esfera de ouro; ao fim de pouco tempo, via-se o líquido transudar por pequenas gotas na superfície da esfera. Verificamos, por esses diferentes exemplos, qual a matéria pode atravessar a matéria. É preciso empregar a pressão ou calor para dilatar as substâncias que se quer fazer atravessar outras. Isso é possível e necessário porque as moléculas do corpo que atravessa, não adquirindo o grau suficiente de dilatação, ficam encerradas umas contra as outras. Mas se pusermos um estado da matéria em que as moléculas sejam muito menos aproximadas e eminentemente tênues, poderá ela atravessar todas as substâncias.

- TEMPERATURA:
Como, no desenvolvimento da atividade mediúnica, certos médiuns registram, por exemplo, uma espécie de gélido torpor, com a avizinhação de algum espírito sofredor, como o inverso quando um espírito superior trás a sensação de bem estar, junto uma temperatura agradável se faz presente.

ACOPLAMENTO ÁURICO

ANATOMIA DA AURA HUMANA

Acoplamentos - As auras interagem umas com as outras, de pessoa a pessoa, formando o chamado acoplamento áurico. Acoplar significa ligar, juntar.


Nesta figura vemos a representação de alguns acoplamentos. Os acoplamentos se dividem em duas categorias: simpáticos e antipáticos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

- Acoplamentos Simpáticos - Casal de apaixonados; aplicação de passes energéticos; gestante e o feto; médium e mentor; médium de incorporação e a entidade comunicante, e tantas outras modalidades.


- Acoplamentos Antipáticos - Casal desapaixonado; proximidade de pessoa invejosa; proximidade de pessoa sem objetividade na vida e que apenas causa embaraços aos que alguma coisa realizam; proximidade de pessoa intimamente devassa e inescrupulosa; obsidiado e obsessor; pessoas amotinadas, ou uma multidão enfurecida.

- Acoplamentos em Multidões - Onde houver multidão deve-se tomar muito cuidado, pois sempre ocorrerão acoplamentos áuricos. Conforme comentamos na apostila 11, folha 3, ao sensitivo torna-se especialmente perigoso permanecer junto de uma multidão desmotivada espiritualmente. Conforme instrui Dr. Waldo Vieira, as observações apontam que onde já houver tres pessoas, esse aglomerado, que parece pequeno, já deve ser considerado como o de uma multidão. Se entre aqueles elementos não predominar uma certa ordem de conduta, quase que certo irão surgir distúrbios. Às vezes violentos. - Por tal situação é que em qualquer movimentação de massa se torna comum eclodir distúrbios descontrolados. Por exemplo, nos estádios de futebol, em comícios políticos, em pleitos de reivindicações, etc, quase sempre essas movimentações acabam em violência. Basta um pequeno grupo dentro daquela multidão despertar rivalidade para que, como um rastilho de pólvora, o distúrbio se generalize.


- Acoplamentos em Seitas - Nos rituais religiosos há formação de correntes energéticas. Principalmente quando no cerimonial há acompanhamento de cânticos. Nessa circunstância todos os presentes, envolvidos pelas melodias, entrarão numa espécie de transe em que estarão sintonizados num só fluxo e ritmo de energia. O acoplamento que ali ocorre envolve coletivamente todos os participantes. Exemplos: Igrejas Pentecostais; Movimento Carismático da igreja Católica; Terreiros de Umbanda e Candomblé: seita Santo Daime. Nesta última há ainda um agravante, que é o uso explícito de substância alucinógena, própria da seita, que deixa os adeptos sob o efeito desse estimulante.


- Acoplamentos em Trabalhos de Energia - Quando todos os integrantes de uma equipe assistencial, seja de que modalidade for, sentados em grupo, ou próximos uns dos outros, mantém atitude de concentração e respeito ao que fazem, suas auras interligam-se formando o que é chamado popularmente de corrente energética.


Na figura apresentamos a situação onde estão algumas pessoas em trabalho de energia, e que, por isso mesmo, suas auras se interligam.


 

Evidencia-se que, para que nessa corrente refulja a harmonia, necessário será o sentimento de simpatia entre todos. Se um só dos integrantes, por inadequação ao grupo, estiver movido de sentimento contrário, haverá impedimento para se completar o acoplamento simpático. Qualquer pensamento duvidoso gerará um turbilhão de negatividade em todo o conjunto. Razão porque um grupo só passa a trabalhar quando todos os integrantes se equilibram em respeito espontâneo entre si. Fora disso, os trabalhos que o grupo possa vir a apresentar serão meros ensaios. Nada, porém que tenha seqüência duradoura, pois a inexistência do acoplamento áurico visando objetivos nobres deixa todo o grupo à mercê de invasões indesejáveis.


Definição:

-  Acoplamento áurico: inter fusão ou junção temporária das auras energéticas dos veículos de manifestação de duas ou mais consciências.
Sinonímia: acoplamento energético; fusão consciencial efêmera; interação de consciências; interfusão áurica; interpenetração de duplos etéricos; polaridade oculta; polaridade paranormal; siameses astrais; xifópagos extrafísicos.


Telemagia. A telemagia é a atração ou simpatia existente entre os objetos terrestres e a Terra-Mãe. A gravitação, por exemplo, representa uma forma de telemagia para os cientistas da Física.


Patemia. A patemia, outra forma de telemagia, constitui a relação emocional entre as coisas, caracterizada pela: simpatia ou atração - a participação nas emoções alheias; a apatia, propriamente dita, a indiferença ou neutralidade, insensibilidade às causas que, habitualmente, provocam emoções; e a antipatia ou repulsão, o sentimento de desafeição que chega até ao franco antagonismo.


Empatia. Partindo da patemia chega-se ao conceito de empatia, untpatia, ou intropatia, espécie de comunhão afetiva, pela qual dois seres se identificam um com o outro, de tal forma que chegam a ter os mesmos sentimentos, relacionada com o rapport, a.relação mútua entre duas ou mais pessoas em que cada uma é capaz de responder imediata e espontaneamente às demais; a implastia e outros fenômenos conhecidos como: a exteriorização de energia; a exteriorização da sensibilidade; a repercussão física; a zootropia; as estigmatizações; ó processo de ligação entre o corpo mental e o paracérebro do psicossoma através do cordão de ouro etc.


Estados. Além da empatia, assinala-se a existência da mimpatia, o estado emocional da mente do intelectual enquanto está criando; da cosmopatia, a detecção dos influxos da emoção cósmica; e os tropismos e tatismos entre criações inanimadas e também entre criações animadas.


Máquinas. Existem as atrações e repulsões constatadas entre os homens (e mulheres) e as máquinas, ou seja, a relação homem-máquina. É bem conhecido o fato de as indústrias de fllmes fotográficos e outros não permitirem que certos funcionários processem suas películas porque tais pessoas as danificam tão-somente com a irradiação bioenergética de sua presença física. Também acontece que determinadas criaturas não conseguem trabalhar em outras fumas especializadas porque provocam estática no rádio, interferem nos filmes de televisão, ou fazem os telefones dispararem sem razão aparente.


Consangüíneas. As reencarnações consangüíneas podem predispor os fenômenos do acoplamento áurico entre os indivíduos, particularmente mãe e filha, pai e filho, etc.


Polaridade. Dentro da polaridade paranormal, uma posição atua em oposição a outra. Se há o lado da perturbação, existe também o lado da construtividade - seja o dirigente, ativo, e o dirigido, receptivo e até a condição do acoplamento áurico.


Intercâmbio. Todas as ocorrências referidas evidenciam o processo sutil que torna possível o intercâmbio de emoções, ou seja, das reações afetivas de grande intensidade, dependentes de centros diencefálicos e comportando, normalmente, manifestações de ordem vegetativa. Dentre as emoções básicas se incluem: a alegria, o desgosto. (dor), o medo, a cólera, o amor, a repugnância, etc. De tais emoções sobrevêm outras condições conscienciais tais como: a atração, a compatibilidade, a concórdia, a harmonia, a compaixão, a união, a integração entre duas ou mais entidades, o que ocorre intensamente no estado do acoplamento áurico.


Operações. A consciência humana, individualizada, não se submete às quatro operações aritméticas: não se divide, conforme se observa nas sensações-dos fenômenos da dupla consciência; não se multiplica, de acordo com as manifestações do atributo da multiplicidade do psicossoma; não sofre subtração, segundo a evolução contínua do ego, pois não volta a trás, podendo, no entanto, estacionar; e nem se soma com outras, não existindo, a rigor, na prática, além das expressões do romantismo, as chamadas almas gêmeas; nem, aparentemente, ocorrem fusões conscienciais. Não obstante tudo isso, pode ocorrer o fenômeno temporário do acoplamento áurico.


Tipos. Segundo a teoria que visa a pesquisa, os acoplamentos áuricos mais comuns são de pares de consciências, mas podem existir os acoplamentos áuricos com trios de consciências (inclusive trigêmeos), e os acoplamentos áuricos de grupos de consciências, ou campos de cons- . ciência. O acoplamento áurico apresenta contágios energéticos, e simples dupla áurica pode-se ampliar até formar um grupo áurico - ou consciência unificada - com profunda interação psíquica, em que as aptidões paranormais isoladas se reforçam umas as outras. Esta interação não é fácil, embora seja exeqüível.


Classificação. Os acoplamentos áuricos podem ser classificados, de modo geral, em fisiológicos e patológicos:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 01. Fisiológicos: Os acoplamentos áuricos fisiológicos, naturais, abrangem várias categorias de duplas ou mais seres tais como estas vinte: almas irmãs ou pessoas profundamente amigas; casal de apaixonados física e extrafisicamente; doador-receptor de energia terapêutica, por exemplo, transmissão de passes energéticos; emissor-receptor de mensagem telepática; esposo-esposa; gêmeos uniovulares ou univitelinos, monocoriônicos, e monoamni6ticos; gestante-feto ou fetos; hípnõíogo-sensrrísec líder-liderado, seja dupla de políticos ou dupla de religiosos; mãe-filhos; médium-mentor espiritual; médium psicofônico-comunicante; mestre extrafísico-discípulo; pai-filho; professor-pupilo; médico-paciente; profeta-intérprete; projetor-amparador; galinha-pintinhos; certas crias (filhotes); etc.


02. Patológicos: Os acoplamentos áuricos patológicos mais freqüentes são: dupla obsediado-obsessor; simbioses animais; trio gestante-obsediado-obsessor; etc. Pode ser também um grupo de enfermos: manifestações de convulsionários; histerias coletivas; pessoas amotinadas; multidão num quebra-quebra; etc


Patologia. Os acoplamentos áuricos compostos com número superior a três consciências em geral tendem a se tomar doentios ou patológicos. Eis porque Jesus de Nazaré prometeu estar presente num grupo de duas ou três pessoas reunidas em seu nome e não no meio de qualquer multidão. A transmissão energética mais eficaz será sempre aura humana-a-aura humana, ou mais apropriadamente, a doação energética chacra-a-chacra.


Multidão. O homem considerado como consciência individualizada quando membro da multidão, perde sua identidade pessoal, a capacidade de raciocinar logicamente, a escolha moral, e o senso de responsabilidade individual e coletiva. A sugestionabilidade, a excitabilidade e a intoxicação energética de massa fazem com que o homem, membro da multidão, deixe de ter opinião ou vontade própria, ficando sujeito a ataques súbitos e violentos de ira, entusiasmo e pânico, e se tome capaz de perpetrar os atos de violência mais monstruosos e gratuitos, contra os outros e até contra si mesmo. Os indivíduos, por isso, em meio à multidão, - embriagados sem terem ingerido qualquer bebida, - são piores sob todos os aspectos.


Exceção. Parece que as únicas exceções existentes quanto aos acoplamentos áuricos de mais de três consciências são aqueles referentes à gestação e ao nascimento humanos de quádruplos, quíntuplos, sêxtuplos, etc., sadios. Talvez isso ocorra porque as consciências, nesses casos, estão sob a atuação mais rigorosa do restringimento físico pronunciado da vida fetal (por exemplo: a aura fetal é menor), e a influência poderosa do ego e dos veículos de manifestação da consciência - inclusive, logicamente, o corpo humano - da gestante.


Interações. Além dos acoplamentos áuricos referidos existem quatro interações específicas com a natureza, numa escala decrescente: 


1. As comunicações interorganísmicas, ou a chamada consciência primária.
2. A consciência humana com o animal de estimação,
3. O fenômeno da pessoa de mão boa (dedo verde) e a planta zelosamente cuidada.
4. As interações da consciência com os corpos inanimados como, por exemplo, o objeto de estimação ou de uso pessoal, o instrumento individual e o seu proprietário: técnico aparelho eletrônico; virtuose-violino; automóvel-motorista proprietário; avião-piloto proprietário; barco-pescador proprietário; etc.


Fenômeno. A ocorrência do acoplamento áurico ainda atua na predisposição de uma série de fenômenos substancialmente afins que precisam ser mais pesquisados, tais como: a paracirurgia feita indiretamente por uma interposta pessoa posicionada entre o paracirurgião e o paciente; a viagem de carona relativamente às drogas; a ocorrência da contagiosidade projetiva; a técnica do passe a três; etc.


Efêmeros. O acoplamento áurico, ainda que efêmero, sempre ocorre entre: os dois parceiros na união sexual; no transe mediúnico; no transe hipnótico; etc.


Rituais. Nas reuniões místicas de seitas e nos rituais religiosos sincréticos, as orações em voz alta, a formação de correntes, as músicas, os cantos (mantras), o apoio nos hinos, os bailados conjuntos, a cadência dos maracás, etc., visam instalar a sustentação energética de todos os presentes, harmonizando-os com estas e outras muletas psicofisiológicas, num só fluxo de energià, ou seja, criando o acoplamento áurico com todos os participantes.


Esferas. Em muitas ocorrências de acoplamentos áuricos entram em ação as influências da esfera extrafísica de energia de cada consciência encarnada envolvida.


Projeções. As projeções da consciência facultam pouco a pouco à consciência encarnada constatar, extrafísica e diretamente, e até fazer uso da realidade das afinidades e das antipatias, às vezes profundamente chocantes, dos acoplamentos áuricos entre as criaturas.

CORPOS SUTIS

– CONVIVÊNCIA ENERGÉTICA DAS AURAS:
As auras são na verdade manifestações, reflexos, emanações dos corpos sutis.


É errado afirmar que uma AURA pertence a um corpo. Podemos afirmar que a aura é um sopro colorido emanado de um corpo sutil.


Por isso podem ser lidas e interpretadas. São padrões vibratórios cada com sua sutileza que se interpenetram.


Uma aura não afeta a outra, embora saiba-se que uma reflete na emanação da outro.


Uma dor de dente, vai afetar o chakra que irá afetar o perietérico que irá refletir a dor emotiva na aura astral que irá também se refletir na aura mental em menor escala.


Por isso é importante não confundir corpo etérico com aura etérica, corpo astral com aura astral, corpo mental com aura mental e corpo causal com aura causal. Cada corpo tem sua emanação energética oriundo dos corpos. Por isso os religiosos sempre dizem; Busquem a verdade dentro de si mesmo. Cada corpo está consciente na dimensão que sua evolução atingir.


Nota-se que os corpos estão um dentro do outro interpenetrados, como os planos dimensionais.


– NÍVEIS DE CONSCIÊNCIA:
Cada aura é um reflexo de uma consciência especificada. Isto significa dizer que cada aura é o espelho de uma consciência, da alma ou espírito humano. Cada corpo é uma parcela do homem, e ele vive de acordo com sua evolução.


Os seres humanos em sua grande maioria vivem no nível de sua consciência astral, isto quer dizer que a maioria dos seres humanos vive pelas emoções, impulsos, não usando a reflexão em seus atos. Comparando esses níveis a um ser poderíamos dizer que o ser humano evolutivamente vive entre a infância e a adolescência.
As manifestações mentais e causais no homem normal, está no estado embrionário.


Quanto a maturidade física em termos físicos, emocionais, mentais e intelectuais, é atingida só aos vinte e um (21) anos, porque a cada sete ano um corpo sutil se forma. O corpo etérico e astral se completa dos sete (7) anos até os catorze (14) anos, os outros corpos estão sob forma de germes e vão se desenvolver conforme a vida que levará o ser humano (21 anos o mental).


– OUTROS CORPOS:
Do fragmento de uma rocha, vegetal, insetos e animais e todos os elementos básicos da natureza, tudo possui sua aura. Um sopro de energia é exalado por tudo que existe no universo.


Portanto é de se observar que a aura de uma Pedra é apenas etérica, de um vegetal etérica mais sutilizada , já os animais irracionais começam a criar uma aura astral conforme a espécie, as colônias de insetos por exemple a aura é coletiva, porque o espírito é coletivo, são emanações vinculadas ao um centro. Um animal já é dotado da consciência de sua existência, da noção de pertencer a um grupo, mas é um saber instintivo, que não lhe permite fazer abstração.


Nos animais mais próximos dos homens, os domésticos, o papel do ser humano, é fundamental para ajudar na evolução, na criação de uma consciência, através do carinho, do amor. Aliás o amor é a chave mestra da evolução.

- Retrato da Consciência
A Aura humana é o retrato fiel da consciência de seu dono. Reflete, sempre, a imagem exata - nua e crua - do indivíduo, que assim pode ser visto e identificado pelos clarividentes, pelos desencarnados e até, em certos casos, pelos animais que tanto podem simpatizar ou se assustar com a presença, aparentemente, inofensiva de uma pessoa.


- Dimensões do Campo da Aura
Conforme a figura acima demonstra, o envoltório energético, chamado de Aura, além de interpenetrar todo o corpo denso, exterioriza-se, mais ou menos nas seguintes proporções:


 

A - Pessoa comum ou pouco espiritualizada, 10 centímetros além da superfície do corpo Físico;

B - Pessoa espiritualizada, 50 centímetros, podendo ser percebidas várias camadas de diferentes intensidades. (Ver figura 18A na apostila 18) Um sensitivo treinado, ao aproximar sua mão espalmada do corpo de uma pessoa em tratamento, notará as diferentes camadas áuricas. Inclusive notará uma delicada resistência, como se fosse um acolchoado de camada de ar;

C - Nas pessoas espiritualmente evoluídas, nos mensageiros espirituais e mentores dirigentes, suas respectivas auras espalham-se por alguns metros além de seus corpos. Por isso, quando vistos pelos clarividentes, apresentam-se envoltos em radiante luminosidade;

D - Nos Seres Crísticos suas auras envolvem todo um planeta e seus satélites;

E - Ao nível dos Arcangélicos Criadores, aqueles seres compositores de mundos, a emanação áurica proveniente deles permeia todo um sistema planetário;

F - E, do indescritível SER Supremo, sua divina emanação sustem todos os universos, imagináveis e inimagináveis. Isto é, o campo de Sua Aura é inconcebível à mente humana. E´ o eterno Onipresente.


- Aparência da Aura

Sua aparência que pode ser classificada pela intensidade da luminosidade, e pela coloração, revela as seguintes características, que são reflexos do que esteja transcorrendo com a pessoa:


a) - Quando apagada; a pessoa está perturbada, retraída, enferma ou é antipática;
b) - Quando brilhante; a pessoa está calma, sadia, agradável ou é envolvente.


- Idade
Ás observações citadas no item 9 deve-se levar em conta que na variação da intensidade luminosa e da coloração, também influi a idade física do indivíduo. Obviamente, uma pessoa idosa, mesmo que sendo simpática, calma e envolvente, poderá não apresentar uma aura tão radiante como seria de se esperar. Outrossim, como complemento de informação, a aura da saúde é vigorosa e agradável de ser vista. A aura do enfermo é apagada e pouco definida em seu contorno. Nos psicopatas apresentam-se especialmente confusas, tanto no contorno como na coloração.


- Coloração
Conforme ficou dito nos itens 5 e 6, apostila 18, a aura retrata a expressão do pensamento. Essa retratação se traduz na forma e na intensidade, como visto no item 9 e, além disso, na coloração. De um modo geral as cores que a aura apresenta têm os seguintes significados:


Azul - Sentimento religioso, devoção, afeição;
Verde - Simpatia, habilidade e engenhosidade;
Amarelo - Intelectualidade;
Laranja - Orgulho, ambição;
Rosa - Amor sem egoísmo;
Cinza - Depressão, medo;
Marrom - Ciúmes, egoísmo, avareza;
Vermelho - Cólera, irritabilidade, sensualidade;
Preto - Malícia, ódio, maldade.


Naturalmente essas cores não se apresentam na forma pura de cada uma. Serão vistas misturadas, mescladas umas com as outras. Afinal, nossos pensamentos e sentimentos se alternam a cada segundo. Na leitura da aura, portanto, ficará evidente a emoção cuja correspondente cor for a de maior predominância naquele momento.


- Textura
A textura, ou consistência da aura, também faz parte de sua linguagem demonstrativa dos reais sentimentos que naquele momento evoluam da pessoa. A figura acima torna mais compreensiva essa questão. Vamos á descrição:


Tipo 1 - Consciência física voltada para a malícia ou para a revolta. Há uma verdadeira tempestade ocorrendo na psicosfera dessa pessoa, que se sobrecarrega de energias envenenadas.
Tipo 2 - Consciência física voltada para as questões meramente materiais. Embora mais calma que a descrita no tipo 1, entretanto, continua uma aura densa e sufocante.
Tipo 3 - Consciência física pensando nas questões espiritualizantes. A aura se apresenta menos rígida. São as emanações de pensamentos construtivos.
Tipo 4 - Consciência física ligando-se à espiritualidade superior. A aura, embora muito radiante, se torna como uma névoa esvoaçante, de tão leve. Tende a elevar-se em determinados pontos, atraída por nobres inspirações que lhe chegam.
Tipo 5 - Consciência fora do físico, em êxtase. Ligada aos planos da Criação, situados além do plano Mental inferior. Ainda mais leve e de suave coloração azul-rosa, passa a ser envolvida por emanações vindas de planos superiores. Essas emanações se tornam perceptíveis na forma de emoções. Um delicioso e lânguido envolvimento. Uma alegria interior, quase que indescritível.

TIPOS DE AURA

- AURA ETÉRICA:
O Duplo Etérico é uma cópia perfeita do corpo físico, molécula por molécula, é um elo de ligação, intermediário entre dois corpos de planos distintos no caso O CORPO FÍSICO e o corpo astral. Pois esse duplo etérico também tem uma aura de manifestação.


É a força vital que mantém o corpo físico ativo e energizado, manifesta-se no campo etérico, junto com o duplo etérico, que é mostrado na figura ao lado e que possui 4 camadas de densidades diferentes.


A aura etérica interpenetra essa estrutura do Duplo Etérico, ela é a energia cósmica, energia vital, um quantum energético que ao nascer uma pessoa trás (ela completa, tem aproximadamente 60 cm além da derme de diâmetro) na medida que o tempo passa ela vai se consumindo.  Quando acaba totalmente ou parcialmente o corpo físico perde a vitalidade e a vida se esvai libertando o corpo astral e mental. O duplo etérico se desprende do corpo físico e se desintegra aos poucos.


Portanto essa energia vital  extrapola o duplo etérico alguns esotéricos chamam de AURA ETÉRICA, ela representa a vitalidade do corpo físico o potenciômetro das reservas energéticas do nosso organismo, portanto as informações que ela oferece a um clarividente, é meramente de natureza funcional e mecânica.


Sua luminosidade é próxima do Cinza Azulado por vezes prateado, lembra uma leve bruma, uma fumaça de incenso, não fosse pela sua opacidade e pela sua maneira de se mover. Porém é preciso dizer que a AURA ETÉRICA (Perietérico) é a matéria fluidificada.


Quando a aura etérica  abre um buraco no corpo, deixando um órgão físico sem essa energia, acontece a parada de funcionamento desse órgão por falta de energia, e o corpo pode entrar em falência, como é o caso de um ataque cardíaco.


A medicina atual, possui drogas que corrigem a distribuição dessas energias, e mantém o coração com energia para cadenciar os movimentos de sístole e diástole.


A aura etérica não possui variantes de cores misturando-se, porque ela não reflete as emoções e sentimentos. Portanto possui uma cor única, mas os chakras etéricos emitem cores variadas no duplo etérico e essas cores são manifestações do funcionamento do corpo físico, é natural pela sutileza dos campos que a aura etérica (perietérico) recebe esse reflexo das cores oriundas das manifestações do duplo etérico.


Por isso é comum alguns clarividentes confundirem a aura etérica com o Corpo Etérico (Duplo Etérico) e outros não distinguirem um de outro, alegando a existência de um só.


Esta aura etérica reflete em luminosidade e tamanho o estado de saúde física da pessoa. Já o Duplo Etérico é o campo de atuação dos CHAKRAS ETÉRICOS, vórtices responsáveis pela usinagem molecular das células dos órgãos físicos.


A AURA ETÉRICA, é conhecido por outros nomes: PERIETÉRICO, VITALIDADE, PRANA. (Veja link direto sobre o assunto com mais detalhes)

- AURA ASTRAL:
Aura das emoções e dos Sentimentos.
É conhecida também por aura emocional e é a manifestação do corpo Astral.
Forma um ovo áurico em volta do corpo. Sua grande mobilidade, suas colorações de variações infinitas são sinais que a distinguem.
Devemos considerá-la como o espelho das paixões de um indivíduo, pois fornece o reflexo exato de seu ego inferior ou personalidade.
Por isso a dificuldade de ler uma aura, pelas tempestades, maremotos, variações de todos os tipos, está sempre em constante mutação, de acordo com as emoções do seu dono.
A aura se estende, segundo a potência m

agnética, mental e espiritual, desde o diâmetro de centímetros, metros e em casos especiais quilômetros. Segundo a potência energética e vibratória do ser, são suas múltiplas e variantes cores. De acordo com seu valor material, é sua disposição radial, desde a forma similar à imagem representada até o oval perfeito.


É compreensível que a aura pessoal de cada coisa ou ser tenda a formar agrupamentos; esta não é uma lei astral, e sim uma lei universal; então cada família, cada agrupamento, cada cidade, cada nação e cada continente, tem sua aura característica. Isso chama-se SINTONIA VIBRACIONAL e neste contexto se encaixa a LEI DA ATRAÇÃO.


A aura astral é a cédula de identidade dos seres e das coisas. Como uma impressão digital, não existem duas auras exatamente iguais, embora elas se agrupem, por possuírem as mesmas vibrações, as mesmas cores básicas, uma aura contém suas próprias particularidades.


 

- AURA MENTAL:
É a aura da mente, mais estável, esta aura é mais sutil energeticamente e reflete a personalidade fixa do homem, esta aura em termos de cor, brilho, tamanho e luminosidade depende da evolução mental do seu possuidor. Pode variar de 1 metro e 80 centímetros até mesmo a centenas de metros.

 

Essa aura é o espelho da atividade mental e intelectual, evidencia a raciocínio e os processos de mentalizações do indivíduo.


- AURA CAUSAL:
É a aura de todas as potencialidades do indivíduo, a aura das causas, do processo que vai se desenvolvendo na pessoa através de suas reencarnações. Reflete as forças inconscientes, a subjetividade. A aura causal resume todo o conhecimento profundo de um ser.


Esta aura é de difícil detecção, pois é muito móvel e fica afastada do corpo físico, variando entre 2 até 3 metros além do corpo físico. Tem a forma de um trapézio com a base pequena voltada para baixo sendo a parte de cima em forma de uma esfera luminosa. Sua percepção no entanto lembra um portal grande arredondado dos templos sagrados da arquitetura oriental.


Aura integral do indivíduo, AURA KÁRMICA.


- AURA DE VITALIDADES DIVINAS:
Não é possível falar muito sobre estas radiâncias devida a grande raridade existencial de seres com estas auras. Porém espíritos superiores afirmam serem verdadeiras pontes radiantes entre o mundo inferior e os mundos superiores.Seres no nível de Budas, Cristo.


Conhecida como sétima aura expandida por um ser humano encarnado. Uma luz radiante de tal intensidade que fica difícil descrevê-la, com cintilações douradas.

AS CORES

Esse é um dos pontos mais polêmicos da Leitura da Aura. A leitura da aura, é precisa, mas a divulgação de interpretações variadas faz com que as pessoas tenham várias informações de uma determinada cor.

As cores não são estáticas, possuem nuances, transformações, formas, brilho e tonalidades além de combinações com outras cores. Devida a infinidade de nuances, cabe pedir as pessoas que parem de dizer:” Essa cor significa tal coisa ...” – Isso é querer simplificar e acaba gerando contra-sensos.

Outro detalhe que deve ser observado é classificar uma cor como NEGATIVA. Uma cor não é negativa por si só. Existem nuances, limpidez, tonalidades que devem ser levadas em considerações na hora de uma leitura.


Exemplo: O vermelho poderá sigficar espírito de liderança como cólera. Portanto cuidado com as tabelas sobre as cores das auras.


Obs: Conforme o grau que o clarividente usa, pode-se perceber as auras gradativamente. Conforme o treino pode-se perceber só a aura etérica, ou só a astral e assim sucessivamente as outras.


– VERMELHO:
O vermelho é uma cor que mais se presta a interpretações errôneas, devido as suas variantes. O vermelho vivo é sinal de dinamismo, quando o encontramos em faixas vaporosas em torno da cabeça, esse dinamismo é de temperamento e não físico, o físico usa a mesma cor, porém localizado ao longo dos membros e na cintura.


O vermelho vivo, claro, é a cor dos grandes líderes, generais, comandantes, líderes sindicais, dirigentes. Porém combinadas com outras cores, como o dourado, o azul (direcionado ao lilás), o amarelo salpicado com vermelho, indica líderes religiosos.


Porém como forma de nuvens em todo o corpo, mostra uma personalidade forte, porém com crises de humor, principalmente se mostrar feixes desiguais na região craniana. Centelhas de um vermelho muito intenso é ansiedade, mais fraco tendendo para um rosado indicio de nervosismo.


O vermelho Carmin mostra força de comando, liderança, principalmente se este vermelho estiver em forma de brumas na forma superior do corpo, e será ativa se a cor tomar forma de raios luminosos. Uma superabundância desse vermelho na aura denota autoridade abusiva e se tiver leves traços do cinza antrácito teremos o quadro de uma pessoa déspota.


De qualquer forma o vermelho muito escuro, situado na fronte e em cada lado da nuca põe em evidência a cólera. Quando o cinza a ele se acrescenta temos um quadro de impulsos de violência. A emanação de uma energia deste porte, pode criar uma brecha no etérico e vir a causar doenças psíquicas.


A presença do Vermelho Tijolo ou ferrugem na radiância astral, denota a avareza, egoísmo. Um vermelho amarronzado, quando presente num órgão do corpo(como uma mancha) revela a formação de um câncer. Portanto é preciso ter cuidado na leitura, sempre lembrando que a doença se manifesta nos corpos mais sutis e vai descendo gradativamente até o físico.


A prática tem demonstrado que os cânceres nascem no plano mental, portanto a Aura do corpo Mental vai apresentar essa mancha, mas como é sabido não existe um fígado específico no corpo mental, o que dificulta a leitura precisa a não ser que o clarividente tenha muita prática.


Porém essa mancha vai se formar na Aura Astral no devido órgão atingido e isso pode levar meses e até anos. O processo pode ser interrompido se a pessoa mudar atitudes.


Outros vermelhos vivos, denotam orgulho, com o amarelo denota vontade de agradar, pode-se notar que o orgulho quando levado a um excesso se torna prejudicial, da mesma forma a vontade de agradar excessiva pode virar hipocrisia, e tudo é demonstrada pelas tonalidades e misturas. Notem a complexidade de ler e interpretar uma aura. É preciso ler centenas para começar a entender e aprender sem cometer gafes.


– PRATEADA:
- O canal da Cura:
O indivíduo de aura prateada é um curandeiro natural. Utiliza energia para transformar luz em raios que curam. É o meio ou o canal por onde a cura passa. Consegue aumentar seu poder pessoal, físico, a ponto de poder limpar as mentes e as almas, para que a cura seja possível.Seu maior desafio é aprender a lidar com esse dom de curar. A fim de não chamar a atenção sobre si, o indivíduo de aura prateada se torna o camaleão do espectro, assimilando outras cores em sua aura para se ocultar ou para se proteger.


No entanto, ele prejudica seu próprio campo energético com isso, sofrendo as consequências. Esse ato também confunde os outros. Seu maior desafio é aprender a se conhecer e descobrir seus dons especiais, para não precisar disfarçar-se com uma camuflagem emocional.


O indivíduo de aura prateada sente o meio ambiente físico como algo duro, hostil e frio. É fisicamente doloroso para ele olhar para qualquer coisa realista. É fisicamente sensível a barulhos e qualquer outra forma de poluição. Gostaria que o mundo fosse como os palácios antigos de seus sonhos e fantasias. Como não é, fica horrorizado.


Na tentativa de criar no mundo real a perfeição que visualiza em sua mente, fica obcecado com limpeza e organização, muitas vezes. Precisa de muito espaço aberto, sobretudo dentro de casa.


O indivíduo de aura prateada tem muitas vezes a sensação física de estar sendo usado, desse modo é ciumento de seu espaço privado, onde só admite a família e os amigos mais íntimos e chegados. Não se abre a grandes reuniões porque não se sente à vontade com a idéia de invasão de seu espaço íntimo.


Trabalhar a terra para este ser é estabilizador e satisfatório, e por isso o aura prateada pode se fazer valer desse exercício para se sentir melhor.


– AZUL:
De uma maneira geral o azul sugere paz, mas a complexidade está na tonalidade e nas misturas.


A azul celeste: - Quando vivo, testemunha uma grande honestidade e um temperamento agradável. Principalmente quando ele constitui a cor básica da aura astral ou pelo menos ocupa a parte superior do corpo.


Porém quando a azul se torna pálido o seu dono se interioriza em demasia, tendo como defeito uma timidez exagerada. Quando o claro e metalizado, a pessoa tem tendência a ser influenciada, simples focos desta cor simboliza indecisão.


O azul Lavanda, inclina a meditação, a prece, a interiorização, se salpicado com amarelo fosco quer dizer recato e virtude afetada. Acompanhado do rosa vivo quer dizer piedade excessiva.


O azul escuro, são das pessoas voluntariosas, porém raramente aparece em toda a aura, mais encontrada na parte superior, próxima ao chakra coronário e são das pessoas trabalhadores incansáveis. Quando esta cor se mistura com o vermelho carmim denota TEIMOSIA. Obstinação, quanto maior a incidência desse vermelho, menos escrúpulos terá essa pessoa.


A presença do cinza perto da cabeça, denota falta de coragem, pessimismo. Quando esse cinza for para o amarelo ocre a tendência a desconfiança.


– AMARELA:
O amarelo alaranjado denota grande espiritualidade, muito elevada. É a cor da sabedoria, do ideal e da ação luminosa.


O amarelo Limão já denota a razão e o discernimento, sempre levando em consideração que o amarelo por si mesmo revela atividade cerebral. Podendo por isso gerar machas de vermelho fosco o que revela idéia fixa.


O amarelo pálido, revela vacilação, quanto mais próximo de um amarelo esbranquiçado acizentado revelando a inatividade e a indecisão. Quando chamas de ferrugem aparecem revelam a covardia. Quando povoadas por manchas marrons revelam o materialismo e com o verde-cáqui revelam o egocentrismo.


Quando o cinza-antrácito e a ferrugem aparecem essa alma produz pensamentos com essas cores, significa o desequilíbrio, pouco digna de confiança, extrema versatilidade para criar mentiras, diplomata em suas relações.


- NUCA LUMINOSA:
Para concluir deve-se observar em todos os seres humanos na região da nuca que toda a aura exala um amarelo de média intensidade formando uma meia-lua em forma de nuvem, isso simplesmente é o ato de pensar, se concentrar, se preparar para uma prova. Porém em determinadas pessoas essas cores são explosivas com raios, centelhas de cores brancas e amarelos vivos, quando existe uma atividade intelectual. É na sua superfície que as formas-pensamento se manifestam.


– VERDE:
O verde é a mistura do amarelo com o azul, PORTANTO a atividade + vida espiritual interiorizada, desviada para ajuda ao próximo.


O verde vivo, denota a escolha para um caminho interior que acaba abrindo-se ao próximo.


O verde-Maçã: De um ponto de vista global, denota-se a capacidade de doação aos outros. É a cor do dom para a medicina, para a cura, na educação, quando um azul celeste se junta a ele, a sinceridade, a autenticidade se junta a ele.


O verde elétrico: Quando se estende pelos braços até o chakra da palma das mãos, traz consigo a certeza do magnetismo, da cura pela imposição das mãos.


As mãos etéricas e/ou astrais verdes são mais purificadoras e reenergizantes.


Jardineiros ou pessoas que tem a mão boa para o plantio, possuem essa aura nas mãos. O azul elétrico junto indica coragem indo até o sacrifício, comum em enfermeiros tenazes com seus pacientes.


O verde esmeralda, a cor dos curandeiros (grandes médicos), terapeutas, agem indiferentemente do seu ganho material. Age tanto na medicina da alma como a física.


Porém quando o verde perde a força e fica pálido tende a hipocrisia, junto com o amarelo fraco e fagulhas de ferrugem.


Quando atravessado por faixas luminosas de vermelho de média intensidade denota equilíbrio, responsabilidade, ação determinada.
O verde tília denota morosidade.

POR QUE LER A AURA?

– CONSCIENTIZAÇÃO:
A leitura da aura envolve um problema ético, não deve ser considerado um PODER. Não deve ser instrumento para dominar e sim para servir ao próximo.


Por isso a pergunta: Por que e para que ler a Aura? – Para ajudar ao próximo, nas suas deficiências e fraquezas. Não para descobrir intimidades que se estão ocultas, cabe a quem as oculta torná-las públicas usando o seu pelo livre-arbítrio.


Neutralidade é uma regra de ouro para quem LÊ a aura.


– CAMPOS DE ATUAÇÃO:
Na psicologia, pode servir para alertar aos coléricos, ansiosos, nervosos, sobre uma conduta errada, até inconsciente.


Para diagnosticar doenças, ver bloqueios energéticos, parasitismo, perceber as Larvas astrais, mecanismos de doenças penetrando pelo astral e chegando até o etérico e penetrando no corpo físico.


É preciso salientar que o corpo etérico é uma cópia fiel do corpo físico, para um coração físico, possui um coração etérico, nos outros corpos esta cópia não é colocada em termos de cópias como entendemos, existe na realidade um aglomerado energético, ligados aos órgãos etéricos. Esses aglomerados são embriões dos órgãos etéricos e físicos. Quando o corpo físico deixa de existir, o corpo astral recria automaticamente um corpo análogo idêntico, por uma questão de necessidade, essa reação é em cadeia e feita imediatamente após a morte.


Não são os olhos físicos que percebem a aura, mas o nervo ótico. As glândulas responsáveis são pineal (efífese) e pituitária (hipófise).

SINAIS

Para os que vêem e lêem a aura humana, se não tiver a tecnicalidade de avaliar e interpretar, de nada valerá o seu dom. Além das cores cuja complexidade é imensa, ainda tem os SINAIS e as FORMAS de pensamento. Portanto cores justapostas, sobrepostas não é o suficiente para uma leitura, é preciso o reconhecimento.


 

– PROTUBERÂNCIAS:
Há zonas do corpo onde existem excrescências acizentadas, trata-se de estagnações energéticas, ou seja resíduos da energia vital no qual o corpo não conseguiu expelir, se desfazer naturalmente. Obesos que não praticam exercícios possuem na área do chakra umbilical verdadeiras massas protuberantes de um cinza. A presença dessa anomalia, não permite a livre circulação do prana. Sensações de contrações, dores de cabeça, nas articulações do corpo é notado essas excrescências, cotovelo, punhos, ombros, na parte detrás dos joelhos, na verilha, na cintura. Uma excrescência positiva, é vista numa cor azul prateado, entre os olhos, coração, na garganta ou orelha indício de vidência tais como clartividência, clariaudiência, mediunidade.


– CAVIDADES:
A vizualização de cavidades ou “buracos” na radiância etérica é objeto de preocupação, é sinal de que não existe energia no lugar, de espécie alguma, em casos graves pode levar a falência de órgãos conforme a cor que circunda, como exemplo ataque cardíaco. Mas a existência de uma fratura, pode acusar uma falha em forma de buraco.


Porém na maioria dos casos, é má circulação no local e massagem, acumpuntura (reenergização dos nádis), reiki no local afetado.


– FUGAS:
Paralelamente aos “buracos” na aura etérica, você aprenderá fugas de energias vitais, como se fosse uma fumaça saindo de uma chaminé, semelhante a um gêiser, trata-se de uma perda energética, perda de FORÇA quando essa fuga é da cor acizentada ou branco sujo. Se for nos chakras e colorido de uma cor viva, principalmente nos chakras magnos esplênico e laríngeo é nos grandes pés e palma das mãos, é um ato expelidor normal.


Mas não sendo nestes locais, pode-se dizer que é uma perda e deve ser cuidado para não produzir agravamentos, pois enquanto forem fissuras, brechas, podem ser cuidadas e tratadas (mais perceptíveis com o corpo visto de perfil).


– MANCHAS:
As manchas são sempre sinais de desequilíbrios, uma mancha é em geral escurecida, fora de foco, em forma de nuvem. Nos casos etéricos essas nuvens difusasacizentadas podem indicar mã-digestão quando na região do estômago, quando de um cinza escurecido é um problema já crônico de proporções enraizadas como úlceras gástricas, vesícula biliar entupida, cálculos renais.
As manchas são conhecidas mais popularmente como BLOQUEIOS energéticos.


– NERVURAS:
São sinais de desordem e variam do cinza até o vermolho marrom escuro. Começo de um problema maior fase ideal para combater um mal maior como uma fuga ou cavidade.


– CLARÕES E CENTELHAS:
Os clarões são manifestações astrais e mentais, raramente se vê no plano etérico. Por isso está ligado aos sentimentos, como raiva momentânea, alegria rápida, gargalhada, descoberta de uma resposta desejada.


Já as centelhas ou faíscas etéricas rosadas podem denotar infecção (inflamação) conforme a cor, já na aura emocional um vermelho podem denotar problemas financeiros.


– FORMAS-PENSAMENTO:
As formas pensamentos geram diversas formas no ar, sempre de natureza astral e mental podemos ver acima das cabeças humanas, triiângulos, quadrados, caixas, lanças, relâmpagos, esferas, seres, formas ectoplásmicas, podem durar segundos e as idéias fixas alimentam formas que geram um círculo vicioso. Alimentada pela preocupação e a raiva podemos bater na mesma tecla dando origem a uma forma fixa, que pode durar horas, dias, meses e até anos em alguns casos mais graves.

– VIOLETA:
Uma das cores mais raras de ser encontrada no estágio atual da humanidade, pois é a cor da espiritualidade elevada ativa nos seres de luz. O azul e o vermelho na sua pureza produzem o violeta.


Próximo ao amarelo alaranjado porém denota maior profundidade a meditação.Porém é encontrado nas pessoas feixes, fagulhas, salpicados dessa cor. As pessoas que carregam esses aspectos possuem o misticismo, quando salpicado de amarelo e violeta, denota alta intelectualidade e espiritualidade ao mesmo tempo.


O violeta pálido e ou lilás, revela um interesse menor a religiosidade.


Porém quando acompanhado de nuvens ou nuances cinzas, indicam um dom prejudicado pela falsa devoção, muito comum nas pessoas que exploram a fé dos outros, sempre pensando no seu bem comum, dinheiro e exploração.


Conforme a tonalidade do cinza ou até existir mais cinza do que o lilás pálido poderá chegar a ingenuidade, crença fácil em milagres e outras ondas místicas.


– LARANJA:
O alaranjado é uma cor secundária, uma ramificação do vermelho. Quanto voltado mais para o amarelo denota autocontrole. Quando voltada para o vermelho denota uma pessoa ativa, prática. Porém o laranha castanho, significa preguiça, a mesma cor na parte etérica quer dizer problemas nos rins.


Significa ATIVIDADE, pois une duas potências o amarelo + vermelho, atesta o lado prático, vamos deixar de firulas e partir para a realização. Ação física, dinamismo.


É a cor da BOA VONTADE ATIVA, da lealdade. É o signo de uma espiritualidade concreta na vida cotidiana. Porém quando esse laranja se suja com ferrugem a preguiça se torna evidente. Com amarelo pálido junto o desinteresse, como verde garrafa escuro revela o rancor.


– ROSA:
O ROSA é sempre a falta de maturidade, a cor da infância, da vontade de brincar, rir. Sempre encontrada em crianças, adolescentes.  Sempre encontrada em crianças, adolescentes.


Nas auras coletivas o ovo áurico do grupo de ri e conta piada, brinca e dança o ROSA se faz presente, quando a brincadeira se torna agressiva tons de vermelho se fazem presente. Quando o amarelo acidulado se faz presente o egocentrismo também.


O cinza com fagulhas de azul frio e escurecido, o medo se faz presente.
Isso não quer dizer que devemos fugir do rosa, porque a alegria o contentamento produzem tons rosas nas auras e esse sentimento deve sempre ser cultivado.


– CINZA:
No conjunto essa cor vem adicionada a outras, sua presença é uma forma de um véu, até mesmo fraca vibração, fraca, cansaço de um cor faz nascer o cinza, doença do organismo no caso da aura etérica e cansaço de um sentimento produzido pela aura astral.Mas como todas as cores possuem variantes não seria diferente com o cinza.O cinza escuro tende a depressão, porque a tristeza vem com o cinza. O cansaço produzido por excesso de trabalho traz o cinza porém sempre passageiro após o descanso e a recarga do corpo astral das células pela energia prânica.


– PRETO:
A não luz, o caos negativo do pensamento. Essas massas negras são raras no cotidiano, são pessoas com energia destrutiva, principalmente da autodestruição, do suicídio, doentes psíquicos.

– BRANCO:
O branco é a cor da pureza, porém é a gama de várias cores em circulação constante produz o branco. Dentro das leituras das aura o branco cristalino é o símbolo da pureza. Porém tem o branco pesado, leitoso, que significa falta de idéias, pessoa mal resolvida, que procura a si mesmo, insatisfação, o branco por falta de luz. O branco cristalino com dourado, é Crístico, búdico.